C o m o      a   c a v a l a r i a   e g  p c i a   p r i n c i p a l ,   a   t r o p a   d e   c a m e l o s      b o a   n o   c o m b a t e      c a v a l a r i a   e    s   a r m a s   d e   c e r c o ,   m a s      v u l n e r  v e l      i n f a n t a r i a . 
 
 
 
 O s   g u e r r e i r o s   d o   d e s e r t o   d o   O r i e n t e   M  d i o   u s a v a m   c a m e l o s   c o m o   m e i o   d e   t r a n s p o r t e   s e g u r o   a t r a v  s   d o s    r i d o s   v a z i o s   d a   r e g i  o .   O s   c a m e l o s   p o d i a m   c a r r e g a r   c a r g a s   r e l a t i v a m e n t e   p e s a d a s   e   a t    d o i s   h o m e n s .   E r a m   r a z o a v e l m e n t e   v e l o z e s   p o r   c u r t o s   p e r  o d o s   d e   t e m p o .   A l  m   d i s s o ,   o s   c a v a l o s   n  o   e s t a v a m   f a m i l i a r i z a d o s   c o m   o s   c a m e l o s   e ,   p o r   i s s o ,   s e   a s s u s t a v a m   c o m   e l e s ,   o   q u e   t o r n a v a   o s   c a m e l o s   p a r t i c u l a r m e n t e   e f i c i e n t e s   c o n t r a   t r o p a s   a   c a v a l o . 
 
 